Toalha Nova Não Enxuga!

Transformando Sonhos em Realidade.

Não é difícil de comparar O meu cérebro com a castanha do Pará Não é difícil de comparar Nosso cérebro com a castanha do Pará.
Hipocrisia não é mais cinismo Eu chamo de multilateralismo Afagam para cá uma disparada para lá E assim o país inteiro vai te amar!By Móveis Coloniais de Acaju.


quarta-feira, 25 de junho de 2008

EM CARTAZ - TEATRO JOVEM - Estréia dia 12 de julho!


O BEIJO NA TERRA
Texto e Direção:
Marcus Vinicius de Arruda Camargo

A AVENTURA PELO INTERIOR DE SÃO PAULO
Texto premiado leva jovens ao “universo caipira” de São Paulo.

Destinada para o espectador entre 10 e 14 anos, a obra premiada no Concurso Nacional de Textos Teatrais Inéditos do Ministério da Cultura em 2001 e o de melhor texto no XI Festminas – Festival de Teatro de Minas Gerais tem como base a cultura do capiau. A ação se desenrola na pequena cidade fictícia de Capelinha, isolada pela linha ferroviária.

O trem não pára na sua estação por falta de passageiros para embarcar e desembarcar.

A trama – através do namoro ingênuo dos adolescentes Vininho (Rafael Morpanini), um lavrador bondoso, e Menina, a filha do prefeito (Luana Melo) - discute as diferenças sociais, as relações afetivas, a amizade, o preconceito e a traição, de maneira sensível e bem-humorada.

“Vininho defronta-se com dúvidas, temores, barreiras, desilusões e a solidão procurando respostas para a vida. Essas experiências e as transformações que elas trazem são fundamentais para que ele, como nós, amadureça” diz o diretor.”

Através do realismo mágico, os personagens Vó de Todo Mundo e Zarolha Preta (ambos interpretados por Mayara Lepre) e Santinha-da-Minha-Terra (Gisele Setti) visam a aproximação do jovem ao folclore brasileiro. Transformando lendas do imaginário do interior – o boi que voa, o homem que vira estátua, lágrimas que enchem o rio – a peça resgata aspectos da raiz da cultura paulista.



PERSONAGENS CABOCLOS
A linguagem mescla a norma culta com a língua própria do homem do interior de São Paulo. Expressões como “nóis punhemo”, ”vancê iscuitô”, “prá modi de”, entre outras, aproximam o texto da realidade do interior. Apenas quando a linguagem dificulta a compreensão das palavras é usada a grafia correta.

Para estimular a compreensão do universo interiorano de São Paulo, expressões como “nóis punhemo”, ”vancê iscuitô”, “prá modi de” pontuam os diálogos, que mesclam a norma culta com a linguagem do sertanejo. “Apenas quando a linguagem dificulta a compreensão das palavras é usada a grafia correta”, afirma o autor e diretor da peça Marcus Vinicius de Arruda Camargo. A prosódia – ou sotaque –do interior paulista foi trabalhado com os atores pela fonoaudióloga Patrícia Antoniazi aprofundando as características da linguagem. Em cena, 14 jovens atores se revezam entre personagens imprimindo dinamismo à encenação. Entre eles Rafael Morpanini, que participou de Blue Jeans, da Cia. dos Obscenos apresentada no Satyros, Luana Melo formada pelo Teatro Escola Célia Helena e Helio Souto Jr., filho do ator Hélio Souto que esteve na recente montagem de Tristão e isolda de Vladimir Capella. A seleção do elenco foi feita por Marcus Vinicius, que ministra cursos de interpretação na sua escola Casa de Cinema e Televisão, nos Jardins, em São Paulo.

VOLPI INSPIRA PAINEL

A trilha original mistura o tradicional sertanejo, modas de viola e temas com ritmos modernos. As letras são de Marcus Vinicius e a música de compositores regionais destacando-se Luiz Salgado de Uberlândia-MG A iluminação delimita o palco em espaços de ação. Usando como base tons de âmbar, procura remeter o espectador à terra vermelha, chão de terra batida. No fundo do palco, um grande painel inspirado nas bandeirinhas de Volpi faz alusão à região cafeeira de São Paulo.

A linguagem construtivista presente no trabalho de Marcus Vinicius está na cenografia. “Uma escada vira montanha e linha de trem”, exemplifica.

O Beijo na Terra é a continuidade da pesquisa do diretor na área infanto-juvenil. Sua peça Desce do Muro, Moleca! recebeu três indicações para o Prêmio Coca-Cola de Teatro Jovem 1996, como melhor texto, direção e cenografia, e para o Prêmio Apetesp, como melhor diretor, autor e trilha sonora. Já o espetáculo Um Jeito Assim... conquistou o Prêmio APCA 98 (Associação Paulista de Críticos de Artes), como melhor diretor de teatro infantil e foi indicado para o Troféu Mambembe 98, como melhor autor. Em 2000, Marcus Vinicius encenou E Sempre, e Tanto, adaptação do livro Tesouros da Juventude, da psicóloga Lidia Aratangy. Em 2007, Ervilha Sapo Junior foi indicada para o Prêmio Femsa de Teatro Infantil e Jovem – 1º semestre como melhor espetáculo jovem, melhor texto, melhor iluminação, melhor cenografia e melhor música composta.


ESCOLAS
Para as escolas que se interessarem, existe a possibilidade de contratar uma determinada quantidade de espetáculos, os quais poderão ser montados no próprio teatro da instituição, quando houver. Caso contrário, a alternativa é levar os alunos e professores ao Teatro Augusta.

O BEIJO NA TERRA
de Marcus Vinicius de Arruda Camargo

ELENCO:
Vininho - Rafael Morpanini
Menina - Luana Melo
Dorinézio / Comadre Cida- Theo Moraes
Zé Aparecido - Helio Souto Jr.
Prefeito Bento - Cristiano Bianchini
Comadre Honorina - Carol Ghirardelli
Clarinha/ Zarolha / Vó / Abigail - Mayara Lepre
Brevina - Juliana Lopez
Rurfina / Santinha-da Minha-Terra- Gisele Setti
Dito - Rafael Hernandes
Fatinha / 1ª Filha - Juliana Moscatini
Comadre Filipa e Professora- Fátima Rimonato
Nico Véio - Edson Rabello
Glorinha / 3ª Filha- Kahena Gallerani

Assessoria de Imprensa: Luciana Cassas - Assessoria de Comunicação - Tel.11 3283 1005
ESTRÉIA: Dia 12 de julho 2008
SERVIÇO:
TEATRO AUGUSTA
SALA NOBRE
Rua Augusta, 943 - São Paulo
Tel. (11) 3151-4141.
www.teatroaugusta.com.br.- 302 lugares.

Sábados e Domingos - 16h.
Ingressos: R$ 10,00
e R$ 5,00 (estudantes, terceira idade, professor da rede pública, artistas e técnicos em espetáculos de diversões com DRT).

Horário de funcionamento da bilheteria:
quarta, quinta e sábado, das 15h às 21h;
sexta das 15h às 21h30; e domingo, das 15h às 19h.
Acesso para pessoas com deficiência física. Ar-condicionado.
Estacionamento conveniado Augusta Park - rua Augusta, 943.
Duração: 90 minutos. Recomendação etária: livre

Um comentário:

Menina Marina disse...

Tudo conspira a favor e eis que o grande dia se aproxima a passos rápidos!
As fotos ficaram muito lindas! Uma pequena prévia né? Tudo há de ser lindo.
Beijos
Marina